Mostrando postagens com marcador tava sem nada pra fazer e postei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tava sem nada pra fazer e postei. Mostrar todas as postagens
sábado, 6 de agosto de 2011

Vergonha na cara, né, Azê?

Minha mãe disse outro dia "acho que vou fazer um blog". Aí as palavras ficaram voando na minha cabeça, "fazer um blog" ... "um blog" ... "blog". Gente do céu, não é que eu tenho um blog?!

teletubbies

E pior, eu tinha tanta coisa pra escrever. Porque né, passou o primeiro semestre todo e eu não postei nada. Nem sobre meu estágio no infer.. *cof cof* na Aliança Francesa, nem sobre a maratona que eu corri pra entregar trabalhos no prazo.

Mas agora nada disso interessa, né? Vamo fingir que o mundo parou nesse semestre e voltou a girar agora. Feliz 2011, cambada!

hehe

Daqui pra frente tudo vai ser diferente e eu acho que prometo postar mais sobre minha vida zicada e as peripécias da minha mãe.

Inté.
terça-feira, 8 de março de 2011

ALOHA

Não é que eu precise tirar as teias de aranha do blog (até porque isso virou clichêzão).
Eu preciso é chamar a Higitec pra fazer uma dedetização master plus com cheddar extra, e de brinde uns pai de santo pra fazer uma lavagem espiritual e expulsar as coisa ruim que devem ter tomado conta da bagaça. Dean, Sam? Traz o Cas!

Mas então, 2011 já, né?
(Não, 2011 começou há 65 dias, Azê, onde cê tava?)

Ah é, é? De acordo com a cultura local, o ano só começa depois do carnaval. CARNAVAL CABÔ AGORA, GALERE, portanto estamos começando o ano.

Feliz 2011, cambada!

party - snt

Quanto a esse período de semi-vida entre ano novo e carnaval, aconteceram sim algumas coisas sobre as quais eu gostaria de escrever. Vamo fazer assim bem Jack e dividir em partes.
Mas não agora porque ainda é feriado e eu tenho que aproveitar a semi-vida enquanto ainda posso.

Eu volto, juro que volto.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Minha superestimação.

Brasil! Meu Brasil brasileiro.
Aquele mesmo que perde jogo pra Argentina no segundo tempo da prorrogação.

Brasil, me ouça-me-lhe-vos a mim.
Tá sentado? Então deita. Se segura, mermão! Porque ó: eu tenho uma entrevista de estágio.

oh no - gerrard

É tipo, a primeira IAOSUHEAOSUIEHSAOUIE e a.. terceira entrevista da minha vida.
Quase 21 anos vividos e é a minha terceira entrevista de emprego. Enfim.

E é sabe onde?
Na Aliança Francesa.

ah, ok - miguel

Eu reclamei da superestimação da Dilma se candidatando à presidência sem ter concorrido a nada, e lá vem eu atrás de vaga na Aliança Francesa sem nunca ter trabalhado. Mooorde a língua, Azê.
Vim falar disso pra, caso meus 80% de chance de não passar se concretizem, eu tenha registrado mais um fracasso da minha vida.

Mas custa nada fazer umas reza aí, né? Cada um na sua crença, me ajuda aê. Eu preciso ir pra Barcelona e tals.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Minha infância boêmia

Sim, tive uma infância digna de poeta à la Nandito Pessoa, morrendo de cirrose. Mentira, que eu não morri de cirrose. Mas cresci nos boteco da vida.

Fato é que meu pai era bebum e assíduo frequentador de um bar alí na rua de baixo. Quando eu era apenas uma chiquitita de 4, 5 anos, ele me levava pro bar, creio que sem o consentimento da minha mãe, e enquanto ele enchia a cara de manguaça, eu ficava sentada no balcão, desenhando no verso do pacote de cigarro que o dono do bar me dava.

Se liga, eu aprendi a desenhar casinhas NO VERSO DO PACOTE DE CIGARRO. E a mulher do dono e a filha batiam corda pra eu pular. Meu pai manguaçando e eu desenhando e pulando corda. E eu me divertia.

E claro, meu vô que molhava minha chupeta na cerveja pra me dar.
Me diz, como eu não virei uma alcoólatra?

♪ Bob Dylan - Tombstone Blues
segunda-feira, 3 de maio de 2010

Noite de segunda

O Jeff e o PC Siqueira compraram CD da Celine Dion na época do Titanic. Eu não.
Na verdade porque quando lançou Titanic eu tinha 8 anos, e meu primeiro CD player eu ganhei com 12. E foi tipo, um marco na minha vida. Porque ele era CD player, cacete cassete player e radinho. Aí eu gravava cassetes do rádio. Fazia minhas mixtapes com 12 anos sem saber o que era uma mixtape. E gravava o DoBalacobaco da 89, o programa do Zé Luis Luiz? que hoje é o garoto-propaganda das Casas Bahia. Tenho todas essas fitas guardadas em caixas de All Star.

Meu primeiro CD pra esse CD player foi o MTV ao vivo do RPM. Meu primeiro CD ever, foi um revival de uma banda dos anos 80 que tava voltando naquele ano pra acabar de novo no ano seguinte. E fui eu que pedi.

- Vó, eu quero o CD do RPM!

Hoje é segunda feira e eu tô procurando coisas pra fazer até a hora do CQC. Já são 21:58, então ainda tenho 17 minutos.

Álbum da Copa, cê tem? Eu tenho desde sábado. Melhor presente que cê pode me dar agora é envelopinho de figurinha. Eu quero o Messi e isso soou muito entranhamente estranho. E o Rooney e a Bixa (leia-se Cristiano Ronaldo).

Ainda não jantei e nem vou jantar, porque a janta deve ser a mesma coisa do almoço, que foi o resto da feijoada da festa da minha vó de ontem. Minha vó (não a mesma do CD do RPM, a que mora na casa de baixo da minha) faz festa e eu nunca sou convidada. Sim, mesmo a festa sendo na casa de baixo da minha. Aí as sobras de comida vêm pra cá. Mas eu não consigo comer feijoada nas duas refeições do dia.

Tô com sono, com fome e esperando o CQC sem nada pra fazer. Adoro esses posts.

Tchau.
domingo, 7 de março de 2010

Oi, março!

Antes do post uma observação: eu não consigo ouvir Live Forever uma vez só, se eu ouço uma eu ponho de novo, como acabei de fazer.

Pois bem, vim postar duas fotos. Nas aulas de sábado (eu já falei?) tem visitas em bibliotecas por aí, e já fomos em duas: a do colégio de rico no qual eu nunca pensei em por os pés Arquidiocesano e a nova que abriram no agora sim um lugar à minha altura Carandiru.

A mensalidade no Arquidiocesano é de cof cof ai meu bolso R$1.200. É isso que cê leu, mil e duzentos reais. MIL E DUZENTOS... tá. É que é mais caro que curso da FAAP, e eu conto moedinha pra pegar o metrô, não me conformo. Mas é um motivo pra ele ser lindão assim como é:


(eu coloquei Live Forever de novo)

A Biblioteca de São Paulo, no Carandiru, me surpreendeu. É daqueles lugares que dá vontade de passar o dia, sabe? Me espanta que seja do governo e que eu possa entrar e usar de graça. A foto do lado de fora não dá a idéia do quão grande ela é por dentro:


E já fizeram carteirinha pra gente! E a carteirinha é uma graça, a foto saiu boa, eu tô até com cara de simpática, ó:


Não devia ter editado no paint, ele borrou o scanner. E já que tamo nas foto vamo lá. Pufes e pufes, vários pufes (eu escrevo pufe, puff, pooh?). Dá pra ser criança feliz lá:


Era isso. Mas já que tamo postando, tcho falar que depois de taaanto tempo com saudades da F1, semana que vem ela tá de volta.

Chega.
Besos.

♪ Oasis - Headshrinker (não vou voltar pra Live Forever, não vou!)

Ah! As fotos do Arqui e da Biblioteca são minhas, viu? Se for roubar, dá crédito.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Terceira década de vida

Aniversário aqui não é grande coisa. Não tive festa, não tive bolo, normal. Parabenses de quem me importa, festinha no msn com a Dani (♥), ok.

Enquanto eu xingava o Bruno por ter esquecido pelo segundo ano seguido, fui pedir um "parabéns" da minha segunda banda preferida no mundo, Delays, via twitter. Disse "Hey, my best friend forgot my birthday but I get over it if you guys send me a 'happy birthday' :)". A resposta veio mais tarde:


Além de lembrarem que eu falo português, ainda se deram o trabalho de pesquisar como é "happy birthday" em português. Ah, e o Bruno me ligou depois.

Feliz 20 anos pra mim.
Ah! E feliz 30 anos pro Button!

♪ Keane - Crystal Ball
domingo, 17 de janeiro de 2010

Sedentarismo

Depois de ter passado 2007 na escola e no cursinho, 2008 só no cursinho, e 2009 em lugar nenhum, eu tenho exatamente mais duas semanas de nada pra fazer antes de me atolar em um monte de coisa pra fazer por pelo menos quatro anos inteiros. E o que eu vou fazer nessas duas semanas?

Nada.

♪ Bob Dylan - Union Sundown
sábado, 2 de janeiro de 2010

Ano novo?

Tinha pensado "bom, ano novo, layout novo", aí achei um bonitinho, fiz meus ajustes, e quando eu instalo a data da postagem some. Fiz todo tipo de mágica que me veio à cabeça no HTML, e nada. Xinguei, desisti, dormi, acordei, instalei o layout mais pobre disponível, upei o meu de novo, e cá estão os posts com data, hahaha!

Então, feliz ano novo, gente alegre, bonita e saltitante. Hoje já é dia 2, eu sei (como você pode ver na data da postagem que tá aparecendo, ó, aparece!), mas nunca é tarde, né?
Espero mesmo que o 2010 de vocês seja melhor que 2009, porque o meu vai ser. Ah, vai!

Ía postar uma retrospectiva de 2009 mas, como eu disse no twitter, meu 2009 se resumiu a: CD novo do Oasis, show do Oasis, fim do Oasis. Depois pensei em fazer uma retrospectiva à lá Globo, mas hm, deixa que a Globo faz. Depois desisti. É, 2009 já passou e, tirando o dia 9 de maio, foi um ano bem inútil pra mim.
Por isso tenho boas esperanças pra 2010.

É isso, sejam alegres, bonitos e saltitantes por mais um ano.

♪ Muse - Map Of The Problematiqué
sábado, 19 de dezembro de 2009

Queima de estoque

É, eu tava no ônibus hoje, voltando pra casa, e passei na frente de uma loja com uma plaquinha: "Queima de Estoque".

Na hora me veio uma coisa na cabeça na qual eu nunca tinha pensado: a expressão "queima de estoque", que no caso é figurativa, tem alguma coisa a ver com a verdadeira queima de estoque de café durante o governo Vargas?

Fiquei curiosa.

Listening to: [off] (cabeça doendo)
domingo, 29 de novembro de 2009

Ready, set... JUMP!


Em quem, em quem?! Esquerda, direita, esquerda, direita, AI DEUS!

Listening to: Franz Ferdinand - No You Girls
sábado, 31 de outubro de 2009

E a poupança?

O tempo passa, o tempo voa, e a Poupança Bamerindus... faliu? Nunca mais ouvi falar.
É a prova de que as coisas mudam com o tempo. Pessoas mudam com o tempo.
Não, não vou filosofar, detesto isso. E também, não interessa. A quem interessa isso já foi dito.

Tô na pegada de escrever sobre alguma coisa e não tenho o quê. Geralmente isso rende aqueles posts dos quais eu me arrependo no dia seguinte.
Vou deixar uma dúvida minha:

Uma das características do Parnasianismo é o universalismo. O hino nacional é parnasiano. Só eu vejo um paradoxo nisso?

Sim, eu tava estudando literatura esses dias, e lembrei que um professor disse uma vez que o hino nacional é o texto mais parnasiano do Brasil. Aí agora eu pensei: parnasiano na forma, mas não no tema? Deve ser isso.
Esse professor, aliás, teria feito aniversário (antes de?) ontem, se não tivesse morrido esse ano. Ele não era um dos meus preferidos, mas era definitivamente um dos mais engraçados. Todo começo de aula, enquanto apagava a lousa de costas pra gente, ele dizia:

"Espero que vocês tenham tido um 'celente final de semana, com muitos prazeres carnais, intelectuais, gastronômicos. Se não teve, você se fodeu, vai ter que esperar o próximo. Já é a quarta aula da terça-feira, praticamente encerrada a semana e se eu lembrasse onde a gente parou na última aula eu falava, mas eu não lembro...então abram aí na página x..."

Professor Júlio Marcondes, saudades.

Bom, happy halloween pra todos os tupiniquins que o comemoram. Tsc, eu queria ir numa festa a fantasia um dia. Ok, eu queria ir numa festa qualquer, um dia.

Tchau.

Listening to: The Bravery - Tragedy Bound
terça-feira, 28 de julho de 2009

Vagando na internet

Tava passeando por sites sem nada pra fazer e acabei encontrando uns vídeos interessantes. Ía fazer um post pra cada, mas achei melhor juntar tudo.

Uma interpretação colorida pra uma música:


Uma projeção num prédio:


Um cara fazendo música numa árvore:


Uma fonte feita por um carro (o cara explica tudo):


Listening to: Kaiser Chiefs - Like It Too Much
quinta-feira, 25 de junho de 2009

O Caso de Lorde Dufferin


Esta é a história de um aviso misterioso, fantástico, que salvou a vida de personagem não menos importante que o famoso Lorde Dufferin, àquele tempo embaixador da Inglaterra na França. Anteriormente ele havia se distinguido como governador-geral do Canadá, embaixador na Itália e governador-geral da Índia. Os pormenores desta história foram cuidadosamente investigados pelo renomado psicólogo francês de Maratray, que os comunicou à Sociedade Britânica de Pesquisas Psíquicas.

Lorde Dufferin aceitara um convite de um velho amigo, Sir Henry B., para visitá-lo na Irlanda. É uma bonita noite de luar. Tudo está calmo e sereno. Lorde Dufferin despe-se lentamente, recolhe-se ao leito e logo adormece. Mas, sem nenhuma razão, desperta subitamente. Toda a atmosfera do quarto parece estranhamente transformada... como que carregada de um fluido elétrico! Dufferin sente ao seu redor qualquer coisa de pressago e agourento, que não pode explicar.
O luar fantasmagórico enche o aposento. Ele acende a luz. O ambiente fica livre de sombras fantásticas. Ele se sacode para certificar-se de que está acordado. Acende um cigarro e procura acalmar-se. Tem os sentidos estranhamente alertados, mas não pode descobrir coisa alguma que justifique aquele esquisito sentimento de premonição.
- Bem - diz consigo Lorde Dufferin - o luar está me causando alucinações como a uma mocinha crédula. Aliás, todas estas velhas mansões irlandesas tem fama de mal-assombradas. Talves um fantasma ou uma banshee (espírito feminino que, segundo uma crença irlandesa, anuncia às famílias a morte de um parente) esteja vagando esta noite.
Ele realmente não acredita em tolices semelhantes. Tais superstições nada significam para pessoas de espírito positivo.
As janelas estão abertas. Que sons são estes? Ora, algum pássaro tardio que canta. E há também grilos e sapos. É... mas este lamento longo, soturno... que é? Não sopra a menor brisa. Não pode ser o sussurrar das árvores lá fora, nem o frufru das cortinas em seu quarto. Ora, uma coruja, naturalmente... Mas aí está outra vez! Parece voz humana, arquejante, plangente! Talvez alguém esteja ferido. Salta do leito e aproxima-se das portas envidraçadas.
São amplas portas que dão para um parque ensombrado de velhas árvores majestosas. Os sons parecem vir da sombra densa produzida pelas ramagens. Dufferin permanece perscrutando a escuridão, quando subitamente alguma coisa começa a mover-se. Os lamentos e arquejos continuam. Uma figura emerge das trevas e surge iluminada pelo luar. É um homem vacilante sob o peso de enorme fardo que leva nos ombros: uma coisa preta, em forma de caixa, que esconde de Dufferin o rosto do homem.
Ambos estão agora banhados pela luz clara da lua, e Dufferin vê que o homem carrega um grande caixão de defunto. Estará alguém levando um corpo? Dufferin alcança o homem e diz:
- Um momento! O que leva aí?
A esta interpelação, o homem levanta a cabeça e Lorde Dufferin vê um rosto de tão vampiresca fealdade, tão terrivelmente repulsivo, que recua um passo. É um rosto tão repelente e contorcido de maldade que fica indelevelmente marcado na mente de Dufferin.
Ele agora se recupera e grita:
- Aonde vai com isso?
E ao aproximar-se do homem com o caixão para detê-lo, este desaparece diante de seus olhos. Dufferin avançara através dele e do caixão! Não avista pegadas na relva úmida de orvalho. Nada senão o luar zombeteiro e os ruídos misteriosos da noite.
Dufferin está todo arrepiado, mas não deseja acordar os moradores da casa e volta ao seu quarto, onde descreve em seu diário, com todos os detalhes, a estranha ocorrência.
Imediatamente após o desjejum na manhã seguinte, ele interroga Sir Henry. É informado de que não houve falecimento ou enterro recente na aldeia, nem ninguém pode reconhecer, conforme o descreve, o homem que viu carregando o caixão.
O mistério permaneceu. E se não tivesse uma sequência, esta história podia ter ficado como outros desses eventos intrigantes que gradualmente se transformam em lenda.
Alguns anos depois, Lorde Dufferin é nomeado embaixador na França e, no desempenho de suas funções, comparece a uma recepção diplomática no Grande Hotel de Paris. O foyer do hotel está apinhado de representantes de todos os países. Com seu secretário particular, Dufferin dirige-se a um dos elevadores, diante do qual estão reunidos vários diplomatas. Espera-se respeitosamente por Lorde Dufferin, pois o embaixador de Sua Majestade tem precedência. Dufferin, passando por entre elas, distribui gentis cumprimentos.
Abre-se a porta do elevador. Dufferin vai entrar - quando subitamente avista o cabineiro. Dufferin estaca com um estremecimento de horror! Com um gesto rápido detém o seu secretário.
Ele vê diante de si aquele mesmo rosto que se gravou em sua memória, há anos, na Irlanda. Olha aterrorizado para o homem. Sim, a mesma fealdade repulsiva, as mesmas feições contorcidas de maldade. Mas como tinham aquele rosto horrendo, perverso, e aquele inconfundível corpo disforme podido se transportar, através dos anos, de um solitário parque enluarado ao elevador do Grande Hotel de Paris? Estes pensamentos cruzam a mente de Dufferin rapidamente.
Dufferin é possuidor de notável autodomínio. Do ponto de vista de um observador, parece que ele mudou de idéia. Ele murmura algumas escusas convencionais e pede aos outros diplomatas que não o esperem. Deixa ficar lá o seu secretário.
Alguns dos diplomatas entram no elevador. Fecha-se a porta e o elevador sobe. Dufferin precipita-se para o escritório do gerente do hotel. Está justamente perguntando-lhe quem é aquele cabineiro e de onde vem. Mas, antes que o gerente lhe possa responder, ouve-se um formidável estrondo. Gritos de angústia enchem os corredores. O secretário de Dufferin surge com os olhos esbugalhados. Aconteceu um acidente horrível. O elevador em que Dufferin recusara entrar - manobrado pelo homem que vira anos atrás na Irlanda - tinha subido até o quinto pavimento... quando de repente o cabo se rompera e o carro despencara, esmagando e mutilando todos em seu interior!
O acidente é histórico. Os jornais da época noticiaram-no amplamente. O misterioso cabineiro morreu, junto com os que estavam no elevador. Nunca se soube quem era. Com todos os recursos do Serviço Secreto de dois países à sua disposição, Lorde Dufferin não foi capaz de apurar-lhe a identidade.

From: As Melhores Histórias Reais de Crime, Mistério e Suspense - Seleções do Reader's Digest - Editora Ypiranga, 1963.

OBS.: Fui no Google e coloquei todas as combinações possíveis de palavras sobre o assunto e não achei NADA que confirme a história. Fui até no Le Monde procurar nos arquivos se tinha alguma coisa do acidente no elevador e não achei. Só achei que esse Lorde Dufferin existiu mesmo. Enfim.

Listening to: Arcade Fire - Haiti
terça-feira, 16 de junho de 2009

Snake Game no prédio!

Veeeelho, muito foda.
Se fosse no YouTube eu dava um 'embed' aqui, mas não dá.
Mas dá um ligue nisso, peguei no Twitter do Mion, e ele mostrou no Descarga de ontem.

Snake game using building lights

Posted using ShareThis

Listening to: Oasis - The Masterplan
quarta-feira, 3 de junho de 2009

Vííício!

Tô acabando com um desses por dia, que que eu faço?


Listening to: Oasis - I Will Show You
sábado, 16 de maio de 2009

Consequências/atualizações

Além da dor no corpo de eu não conseguir esticar a perna (dores essas das quais eu já me livrei), eu peguei uma puta gripe por causa da chuva no show. Queria agradecer a quem quer que tenha sido o criador das gotinhas mágicas que eu pingo no nariz antes de dormir que desentopem tudo HAHAHA. Thanks.

Nem ía ficar muito tempo no pc, só vim dar uma checada em Orkut / MySpace / Twitter, mas vi que saiu pra download o último episódio da quarta temporada de Supernatural, então licença que eu tô indo baixar.

Ah, já que eu tô aqui, permita-me falar que ontem eu baixei umas demos do Oasis tão curiosas e que vieram com umas gravações do Noel de 89. Oitenta e nove! Tô custando pra acreditar que sejam de verdade. Thanks Britpoint too!

Listening to: [off] (tô indo pôr Oasis)
domingo, 19 de abril de 2009

A produtividade de um dia

Saturday night, eu tô gripada like hell e passei o da todo na frente do computador baixando e assistindo American Dad. Meus olhos tão fechando e implorando pela cama mas eu tenho que resistir até às 4h da manhã pra ver o GP da China. Tô passando o dia à base de porcarias (miojo, salgadinho, cocadas e refrigerante) que me satisfazem por meia hora.

Dude, I need a life.

Listening to: Razorlight - To The Sea (no mudo agora porque eu vou ver mais um episódio)
terça-feira, 14 de abril de 2009

São Paulo, 14.04.09, 5:16 pm

Fui comprar o ingresso do Kooks, lá no Via Funchal, na Vila Olímpia ('pista premium' Q, eu chamo de vip, oi). Fui com Brunilds, encontramos a Lika e um amigo dela. Aí na volta, enquanto a gente anda pela Gomes de Carvalho eu olho pro céu. "Aaauhn um arco-íris!"

Mas não tinha chovido nem tava sol. Tava nublado, não sei de onde o bendito veio. Mas veio e veio forte. "Aaaauhn, vou tirar foto!" Aí eu tirei essa foto aí.



Não, eu não segui pra ver onde tava o pote de ouro.

P.S.: o horário no título não é o da postagem, mas o da foto, segundo registrado no celular.

Listening to: Delays - This Town's Religion
sábado, 4 de abril de 2009

Sexo das letras

Eu sempre achei que as letras fossem divididas entre machos e fêmeas. A, H e K são meninas, todas as outras são meninos. Assim como os números: 4, 7 e 9 são meninas. Não me pergunte o porquê.


Listening to: Oasis - Full On
 

Blog Template by BloggerCandy.com