Vamo lá. Era uma vez a comunidade da banda The Subways no orkut. Era uma vez eu, que ouvia Subways. Era uma vez um tópico de chat na comunidade. Era uma vez os participantes desse chat.
Era uma vez que entre esses participantes (incluindo eu, Mats, Kaneda, Luciano e Tiago-bobão) tinha a Dani. Depois de passar um tempo falando de nada no chat, pessoas começam a se apegar. Adicionam no msn. Começam a contar segredos. Aí o que era um papo bobo pra passar o tempo vira amizade. Assim, de verdade.
De Guarulhos pra Fortaleza são mais de 3 mil quilômetros, mas lá se vão 3 anos de amizade a 3 mil quilômetros via internet (aqui que eu queimo a minha língua por sempre falar que detesto tecnologia). Onde a gente se conheceu mesmo? Subways who?
Declaração clichê, mas zuper verdadeira: a 3 mil quilômetros de distância, sem nunca ter visto pessoalmente, a Dani é uma das poucas pessoas importantes na minha vida (e nesse grupo de pessoas importantes tá tipo, minha mãe *lagriminha aparecendo*). A gente ri, a gente chora, a gente chora de rir, a gente fica com raiva, a gente se emociona, a gente se xinga. Truth is ela tá lá pra tudo.
Bom, por que o post?
Acordei, olhei a hora, 14:05, me virei um pouco na cama, ouvi o grito: "correio!". Não, não era o carteiro retardado. Entrega de pacote o correio manda um carro. Ouvi meu pai indo atender, o cara falando "Deborah Azevedo". Pensei: "chegou!". Levantei, corri pra sala, o pacote tava na mesa. E que pacotão!
Se liga que até o pacote dos Correios tem motivo festivo. Tá, abri, embrulhinho de presente. Puxei a fita, desamarrei, me deparo com 10 (dez!) DVDs de filmes que ela gravou, mais uma cartinha. A cartinha me fez rir, me fez fazer "ouhn!", e me fez gargalhar numa hora que não te interessa (interna, haha!).
Papel de carta home-made, com minhas séries preferidas (sorrisão abriu quando vi). Detalhe só pra quando ela diz que, agora na faculdade, vou ter coisa pra fazer e vou me esquecer dela. Dani, presta atenção: cê já é peça muito fundamental na minha vida pra eu me esquecer de você. Já te disse e repito: cê faz a diferença.
♪ The Beatles - A Taste Of Honey
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
A 9ª Sinfonia de Einstein
Eu moro na casa de cima de um sobrado, e meus avós paternos moram em baixo. Eles foram viajar com o meu pai, então eu tô sozinha na casa com a minha mãe. Como ela tá trabalhando, agora eu tô sozinha mesmo. Fui obrigada a atender aquela pessoa que eu queria ver morta adoro, que passa na rua gritando, mandando os cachorros caçarem marido, perguntando onde Jesus se encontra: o carteiro.
Ele chamou pelo meu pai. Com uma centelha de esperança de eu poder falar "ele não tá" e voltar pra dentro, fui atender. Ele perguntou "José Pinheiro?" Pensei "tenho cara de José Pinheiro?", mas apontei pra casa de baixo indicando que era meu vô. Vi que eu teria mesmo que pegar uma correspondência, e fui até metade da escada.
Ele perguntou: "cadê seu pai?", disse que tá viajando. Querendo puxar assunto, me perguntou: "Não tá mais tocando guitarra?" Pensei "e eu tenho que pôr o volume no último pra tocar e a vizinhança toda ouvir?" mas disse: "Eu tava tocando agoraaté você me atrapalhar". Ele continuou: "Eu tô fazendo aula de contra-baixo. Tenho um monte de instrumento lá em casa.. tenho dois baixos, uma guitarra... *aqui eu parei de ouvir porque meu cachorro tava latindo desesperadamente*, cê faz aula?" Disse que não mais. Ele disse "Ah, cê já fez.. e agora tá só treinando em casa." Confirmei. Tudo isso enquanto eu assinava no papel, tentando prestar atenção no que ele dizia e no número do meu RG ao mesmo tempo.
Então ele perguntou: "O que você curte? Um heavy metal, um punk rock, um hardcore..?" Fiz uma careta e disse "Odeio tudo isso". "Então cê curte uma MPB?". Mais uma careta. "Que que cê curte então?" "Um rock mais alternativo.." E aí veio a pérola. Disse o carteiro: "Eu agora tô tocando uma coisa mais clássica.. Tô tocando um Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig Beethoven, Albert Einstein..."
Tentando prestar atenção no que eu tava escrevendo, consegui entender o que ele tinha falado. Parei, olhei pra ele, segurei o riso. Perguntei: "Isaac Newton também?". Ele não respondeu.
Depois continuou: "Então cê não curte um Black Sabbath?" "Não" "Um *nome de banda ruim que eu não entendi*" "Não". Depois de várias tentativas, "O que que cê curte então?" Nessa hora já tinha terminado de preencher as coisas e já tava com a carta pro meu vô na mão. Disse: "Conhece Oasis?" "Oasis? Conheço sim" "Pois é minha banda preferida".
"Ah. Outro dia tirei um CD todo lá do Oasis na guitarra. Legal." ele disse enquanto virava de costas e ía em direção à esquina.
♪ [off]
Ele chamou pelo meu pai. Com uma centelha de esperança de eu poder falar "ele não tá" e voltar pra dentro, fui atender. Ele perguntou "José Pinheiro?" Pensei "tenho cara de José Pinheiro?", mas apontei pra casa de baixo indicando que era meu vô. Vi que eu teria mesmo que pegar uma correspondência, e fui até metade da escada.
Ele perguntou: "cadê seu pai?", disse que tá viajando. Querendo puxar assunto, me perguntou: "Não tá mais tocando guitarra?" Pensei "e eu tenho que pôr o volume no último pra tocar e a vizinhança toda ouvir?" mas disse: "Eu tava tocando agora
Então ele perguntou: "O que você curte? Um heavy metal, um punk rock, um hardcore..?" Fiz uma careta e disse "Odeio tudo isso". "Então cê curte uma MPB?". Mais uma careta. "Que que cê curte então?" "Um rock mais alternativo.." E aí veio a pérola. Disse o carteiro: "Eu agora tô tocando uma coisa mais clássica.. Tô tocando um Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig Beethoven, Albert Einstein..."
Tentando prestar atenção no que eu tava escrevendo, consegui entender o que ele tinha falado. Parei, olhei pra ele, segurei o riso. Perguntei: "Isaac Newton também?". Ele não respondeu.
Depois continuou: "Então cê não curte um Black Sabbath?" "Não" "Um *nome de banda ruim que eu não entendi*" "Não". Depois de várias tentativas, "O que que cê curte então?" Nessa hora já tinha terminado de preencher as coisas e já tava com a carta pro meu vô na mão. Disse: "Conhece Oasis?" "Oasis? Conheço sim" "Pois é minha banda preferida".
"Ah. Outro dia tirei um CD todo lá do Oasis na guitarra. Legal." ele disse enquanto virava de costas e ía em direção à esquina.
♪ [off]
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Terceira década de vida
Aniversário aqui não é grande coisa. Não tive festa, não tive bolo, normal. Parabenses de quem me importa, festinha no msn com a Dani (♥), ok.
Enquanto eu xingava o Bruno por ter esquecido pelo segundo ano seguido, fui pedir um "parabéns" da minha segunda banda preferida no mundo, Delays, via twitter. Disse "Hey, my best friend forgot my birthday but I get over it if you guys send me a 'happy birthday' :)". A resposta veio mais tarde:
Além de lembrarem que eu falo português, ainda se deram o trabalho de pesquisar como é "happy birthday" em português. Ah, e o Bruno me ligou depois.
Feliz 20 anos pra mim.
Ah! E feliz 30 anos pro Button!
♪ Keane - Crystal Ball
Enquanto eu xingava o Bruno por ter esquecido pelo segundo ano seguido, fui pedir um "parabéns" da minha segunda banda preferida no mundo, Delays, via twitter. Disse "Hey, my best friend forgot my birthday but I get over it if you guys send me a 'happy birthday' :)". A resposta veio mais tarde:
Além de lembrarem que eu falo português, ainda se deram o trabalho de pesquisar como é "happy birthday" em português. Ah, e o Bruno me ligou depois.
Feliz 20 anos pra mim.
Ah! E feliz 30 anos pro Button!
♪ Keane - Crystal Ball
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
1º negação; 2º raiva; 3º...
Esse post vai ser bem menina-de-15-anos-fã-de-harry-potter, embora eu não tenha 15 anos ou vá falar sobre Harry Potter. Tenho (quase) 20 e vou falar de Oasis.
Esses dias a ficha tá me caindo quanto ao fim do Oasis. Quando foi anunciado eu pensei "tsc, de novo". Mas não sei.. agora eu tô começando a acreditar na possibilidade de ter acabado mesmo, de uma vez por todas. Aí, não sei porquê (provavelmente por causa da edição da NME com um especial sobre eles, a matéria tá incrível, mil sorrisos enquanto eu lia) senti uma necessidade de agir como uma menina de 15 anos, e, além de apenas ouvir sem parar, coisa que er.. eu já faço sempre, fui no YouTube e vi todos os clipes (pela enésima vez), assisti os shows que eu tenho no computador (pela enésima vez), e ainda fiquei passando fotos, lendo/vendo/ouvindo entrevistas (tudo pela enésima vez), mas dessa vez prestando muita atenção. E com o pensamento de "acabou". Chorei várias vezes.
Depois baixei um mp3 do último show que eles fizeram antes da briga em Paris. Foi o V Festival, no Weston Park. Ouvi cada música com o pensamento de "é a última vez que essa música tá sendo tocada com Noel e Liam juntos", e realmente, se o Liam resolver continuar tocando as músicas velhas com o "novo" Oasis, vai ser impossível tocar as que o Noel canta. Isso é dizer "tchau" pra, entre outras, Don't Look Back In Anger e The Masterplan, que por acaso são os momentos mais lindos do show, sem falar da ausência do backing nas outras. O Noel, caso faça carreira solo, deve continuar com elas, mas hm, não é a mesma coisa. Confio no Noel sozinho, mas confio mais nele com o Oasis. E no Liam eu não confio de jeito nenhum hahaha! Mentira, até confio. Songbird é dele. Mas chorei ouvindo esse show também.
Sinceramente, tô ouvindo Oasis enquanto escrevo e tô quase chorando de novo. Liam e Noel intercalando seus gritos de "some might saaaaaay". Nunca mais. Pelo menos, durante esses quase 20 anos de banda muita coisa foi feita. Tem muita música pra continuar ouvindo, incluindo as b-sides que mais parecem música de trabalho.
Não sei o que eles vão fazer agora, mas sei que vai ser bom. E ainda tenho a esperança sim de eles voltarem, um dia.
Se Noel quiser.
Tá, tá.. Deus. Se Deus quiser.
Noel.
♪ Oasis - Cast No Shadow
Esses dias a ficha tá me caindo quanto ao fim do Oasis. Quando foi anunciado eu pensei "tsc, de novo". Mas não sei.. agora eu tô começando a acreditar na possibilidade de ter acabado mesmo, de uma vez por todas. Aí, não sei porquê (provavelmente por causa da edição da NME com um especial sobre eles, a matéria tá incrível, mil sorrisos enquanto eu lia) senti uma necessidade de agir como uma menina de 15 anos, e, além de apenas ouvir sem parar, coisa que er.. eu já faço sempre, fui no YouTube e vi todos os clipes (pela enésima vez), assisti os shows que eu tenho no computador (pela enésima vez), e ainda fiquei passando fotos, lendo/vendo/ouvindo entrevistas (tudo pela enésima vez), mas dessa vez prestando muita atenção. E com o pensamento de "acabou". Chorei várias vezes.
Depois baixei um mp3 do último show que eles fizeram antes da briga em Paris. Foi o V Festival, no Weston Park. Ouvi cada música com o pensamento de "é a última vez que essa música tá sendo tocada com Noel e Liam juntos", e realmente, se o Liam resolver continuar tocando as músicas velhas com o "novo" Oasis, vai ser impossível tocar as que o Noel canta. Isso é dizer "tchau" pra, entre outras, Don't Look Back In Anger e The Masterplan, que por acaso são os momentos mais lindos do show, sem falar da ausência do backing nas outras. O Noel, caso faça carreira solo, deve continuar com elas, mas hm, não é a mesma coisa. Confio no Noel sozinho, mas confio mais nele com o Oasis. E no Liam eu não confio de jeito nenhum hahaha! Mentira, até confio. Songbird é dele. Mas chorei ouvindo esse show também.
Sinceramente, tô ouvindo Oasis enquanto escrevo e tô quase chorando de novo. Liam e Noel intercalando seus gritos de "some might saaaaaay". Nunca mais. Pelo menos, durante esses quase 20 anos de banda muita coisa foi feita. Tem muita música pra continuar ouvindo, incluindo as b-sides que mais parecem música de trabalho.
Não sei o que eles vão fazer agora, mas sei que vai ser bom. E ainda tenho a esperança sim de eles voltarem, um dia.
Se Noel quiser.
Tá, tá.. Deus. Se Deus quiser.
Noel.
♪ Oasis - Cast No Shadow
domingo, 17 de janeiro de 2010
Sedentarismo
Depois de ter passado 2007 na escola e no cursinho, 2008 só no cursinho, e 2009 em lugar nenhum, eu tenho exatamente mais duas semanas de nada pra fazer antes de me atolar em um monte de coisa pra fazer por pelo menos quatro anos inteiros. E o que eu vou fazer nessas duas semanas?
Nada.
♪ Bob Dylan - Union Sundown
Nada.
♪ Bob Dylan - Union Sundown
sábado, 2 de janeiro de 2010
Ano novo?
Tinha pensado "bom, ano novo, layout novo", aí achei um bonitinho, fiz meus ajustes, e quando eu instalo a data da postagem some. Fiz todo tipo de mágica que me veio à cabeça no HTML, e nada. Xinguei, desisti, dormi, acordei, instalei o layout mais pobre disponível, upei o meu de novo, e cá estão os posts com data, hahaha!
Então, feliz ano novo, gente alegre, bonita e saltitante. Hoje já é dia 2, eu sei (como você pode ver na data da postagem que tá aparecendo, ó, aparece!), mas nunca é tarde, né?
Espero mesmo que o 2010 de vocês seja melhor que 2009, porque o meu vai ser. Ah, vai!
Ía postar uma retrospectiva de 2009 mas, como eu disse no twitter, meu 2009 se resumiu a: CD novo do Oasis, show do Oasis, fim do Oasis. Depois pensei em fazer uma retrospectiva à lá Globo, mas hm, deixa que a Globo faz. Depois desisti. É, 2009 já passou e, tirando o dia 9 de maio, foi um ano bem inútil pra mim.
Por isso tenho boas esperanças pra 2010.
É isso, sejam alegres, bonitos e saltitantes por mais um ano.
♪ Muse - Map Of The Problematiqué
Então, feliz ano novo, gente alegre, bonita e saltitante. Hoje já é dia 2, eu sei (como você pode ver na data da postagem que tá aparecendo, ó, aparece!), mas nunca é tarde, né?
Espero mesmo que o 2010 de vocês seja melhor que 2009, porque o meu vai ser. Ah, vai!
Ía postar uma retrospectiva de 2009 mas, como eu disse no twitter, meu 2009 se resumiu a: CD novo do Oasis, show do Oasis, fim do Oasis. Depois pensei em fazer uma retrospectiva à lá Globo, mas hm, deixa que a Globo faz. Depois desisti. É, 2009 já passou e, tirando o dia 9 de maio, foi um ano bem inútil pra mim.
Por isso tenho boas esperanças pra 2010.
É isso, sejam alegres, bonitos e saltitantes por mais um ano.
♪ Muse - Map Of The Problematiqué
sábado, 19 de dezembro de 2009
Queima de estoque
É, eu tava no ônibus hoje, voltando pra casa, e passei na frente de uma loja com uma plaquinha: "Queima de Estoque".
Na hora me veio uma coisa na cabeça na qual eu nunca tinha pensado: a expressão "queima de estoque", que no caso é figurativa, tem alguma coisa a ver com a verdadeira queima de estoque de café durante o governo Vargas?
Fiquei curiosa.
Listening to: [off] (cabeça doendo)
Na hora me veio uma coisa na cabeça na qual eu nunca tinha pensado: a expressão "queima de estoque", que no caso é figurativa, tem alguma coisa a ver com a verdadeira queima de estoque de café durante o governo Vargas?
Fiquei curiosa.
Listening to: [off] (cabeça doendo)
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Futuro
Bom, não queria postar nada antes do resultado sair, porque vai que eu porventura não passo e depois volto aqui pra ler mais uma derrota na minha vida, né?
Mas domingo, dia 13, eu tive vestibular. Na FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo). Eu sei que você não conhece, porque eu mesma só conheci quando fui pesquisar cursos de Biblioteconomia. E quando eu conheci, me apaixonei. É um predinho velho, na Vila Buarque, perto do Copan. Só tem 3 cursos, Biblio, Sociologia e Admnistração. Convenhamos que, pra existir desde 1933 só com 3 cursos, esses 3 cursos devem ser, no mínimo, bons.
Quando cheguei lá, 1 hora antes do horário da prova, fiquei na biblioteca, conversei com uma mulher que, não lembro direito, mas acho que era a coordenadora do curso de Biblio. Li um livro sobre museus, deu a hora, fui fazer a prova. Tava fácil. 40 perguntas de múltipla escolha divididas em Português, História, Geografia, Lógica e Atualidades, e uma redação.
Português foi bem clássica, algumas sobre as leituras obrigatórias e algumas de gramática. História me surpreendeu, não perguntaram sobre temas que costumam ser o centro das atenções nos estudos. Geografia pendeu mais pra Geopolítica do que pra Geografia Física, o que eu já esperava. As de Lógica tavam bem.. lógicas! E as de Atualidade me fizeram rir.
Perguntaram quais os países interessados em vender caças ao Brasil, e pra minha sorte, Danilo Gentili havia feito essa mesma pergunta em Brasília no quadro Controle de Qualidade do CQC. Lembrei da matéria, lembrei da resposta. Perguntaram sobre a lei Maria da Penha, idem.
Na redação eles deram 2 temas pra gente escolher. Fiz sobre a menina da Uniban HAHAHAHA! Menti bastante. Defendi a ditacuja. Falei o que eles queriam ouvir, não o que eu queria dizer.
Hoje saiu a lista de aprovados e meu nome tá lá. Daqui 4 anos serei uma bibliotecária formada pela mesma faculdade de Mário de Andrade.
Listening to: Oasis - Put Yer Money Where Yer Mouth Is
Mas domingo, dia 13, eu tive vestibular. Na FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo). Eu sei que você não conhece, porque eu mesma só conheci quando fui pesquisar cursos de Biblioteconomia. E quando eu conheci, me apaixonei. É um predinho velho, na Vila Buarque, perto do Copan. Só tem 3 cursos, Biblio, Sociologia e Admnistração. Convenhamos que, pra existir desde 1933 só com 3 cursos, esses 3 cursos devem ser, no mínimo, bons.
Quando cheguei lá, 1 hora antes do horário da prova, fiquei na biblioteca, conversei com uma mulher que, não lembro direito, mas acho que era a coordenadora do curso de Biblio. Li um livro sobre museus, deu a hora, fui fazer a prova. Tava fácil. 40 perguntas de múltipla escolha divididas em Português, História, Geografia, Lógica e Atualidades, e uma redação.
Português foi bem clássica, algumas sobre as leituras obrigatórias e algumas de gramática. História me surpreendeu, não perguntaram sobre temas que costumam ser o centro das atenções nos estudos. Geografia pendeu mais pra Geopolítica do que pra Geografia Física, o que eu já esperava. As de Lógica tavam bem.. lógicas! E as de Atualidade me fizeram rir.
Perguntaram quais os países interessados em vender caças ao Brasil, e pra minha sorte, Danilo Gentili havia feito essa mesma pergunta em Brasília no quadro Controle de Qualidade do CQC. Lembrei da matéria, lembrei da resposta. Perguntaram sobre a lei Maria da Penha, idem.
Na redação eles deram 2 temas pra gente escolher. Fiz sobre a menina da Uniban HAHAHAHA! Menti bastante. Defendi a ditacuja. Falei o que eles queriam ouvir, não o que eu queria dizer.
Hoje saiu a lista de aprovados e meu nome tá lá. Daqui 4 anos serei uma bibliotecária formada pela mesma faculdade de Mário de Andrade.
Listening to: Oasis - Put Yer Money Where Yer Mouth Is
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saturno é meu aliado
domingo, 29 de novembro de 2009
Ready, set... JUMP!
Em quem, em quem?! Esquerda, direita, esquerda, direita, AI DEUS!
Listening to: Franz Ferdinand - No You Girls
sábado, 21 de novembro de 2009
O Símbolo Perdido
Então, acabei de ler O Símbolo Perdido.
E sabe, achei bem parecidinho com o filme National Treasure, que é um dos meus filmes preferidos.
A mesma coisa de segredos da maçonaria escondidos por Washington. Acho que se o filme fosse um livro, o livro seria melhor que o do Dan Brown. Em se tratando de Dan Brown, Anjos e Demônios ainda é melhor.
Tá, chega de falar mal, hahaha.
O assunto muito me interessa, assim como o jeito que ele narra. E além da parte histórica e da inventada, a parte científica é bem intrigante e te deixa pensando "porra, será?"
Outra coisa que me agrada é o personagem do Langdon. Professor de simbologia de Harvard, com aquela puta biblioteca dentro de casa, milhões de histórias pra contar, porra, como eu queria ser filha desse cara, haha!
E tem mais: as obras de arte citadas no livro, os lugares, as ruas... eu passei um bom tempo fuçando do Google Imagens e no Google Earth!
Comentei ontem no msn que, se Dan Brown continuar nessa, ele vai ser minha nova Agatha Christie, e Robert Langdon vai ser meu novo Hercule Poirot.
Mas queria deixar aqui um erro cometido pela tradutora, hahaha, olha esse trecho:
- Robert, eu não vou deixar meu irmão morrer por causa disto. O que quer que este cume diga... sejam quais forem os tesouros perdidos que a inscrição possa revelar... esses segredos terminam hoje. (O Símbolo Perdido, pg 246, Ed Sextante)
"O que quer que este cume diga"? Cacófato detected! Hahaha!
Bom, é isso. Fica a dica pra quem gosta de história, arte.. história da arte, haha, maçonaria, segredos e coisas do tipo. O livro é bom, te gruda, faz você deixar a louça pra lá e levar bronca da mãe, ir dormir mais tarde do que o costume, e te deixa com coisas na cabeça.
Vão ler.
Listening to: [off]
E sabe, achei bem parecidinho com o filme National Treasure, que é um dos meus filmes preferidos.
A mesma coisa de segredos da maçonaria escondidos por Washington. Acho que se o filme fosse um livro, o livro seria melhor que o do Dan Brown. Em se tratando de Dan Brown, Anjos e Demônios ainda é melhor.
Tá, chega de falar mal, hahaha.
O assunto muito me interessa, assim como o jeito que ele narra. E além da parte histórica e da inventada, a parte científica é bem intrigante e te deixa pensando "porra, será?"
Outra coisa que me agrada é o personagem do Langdon. Professor de simbologia de Harvard, com aquela puta biblioteca dentro de casa, milhões de histórias pra contar, porra, como eu queria ser filha desse cara, haha!
E tem mais: as obras de arte citadas no livro, os lugares, as ruas... eu passei um bom tempo fuçando do Google Imagens e no Google Earth!
Comentei ontem no msn que, se Dan Brown continuar nessa, ele vai ser minha nova Agatha Christie, e Robert Langdon vai ser meu novo Hercule Poirot.
Mas queria deixar aqui um erro cometido pela tradutora, hahaha, olha esse trecho:
- Robert, eu não vou deixar meu irmão morrer por causa disto. O que quer que este cume diga... sejam quais forem os tesouros perdidos que a inscrição possa revelar... esses segredos terminam hoje. (O Símbolo Perdido, pg 246, Ed Sextante)
"O que quer que este cume diga"? Cacófato detected! Hahaha!
Bom, é isso. Fica a dica pra quem gosta de história, arte.. história da arte, haha, maçonaria, segredos e coisas do tipo. O livro é bom, te gruda, faz você deixar a louça pra lá e levar bronca da mãe, ir dormir mais tarde do que o costume, e te deixa com coisas na cabeça.
Vão ler.
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